Terça-feira, Janeiro 31, 2023
Pedagogia

Qualidades da Aula ideal e Professor Ideial

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1.0 Introdução

A educação é bastante estudada, pesquisada e comentada, por ser de extrema importância na vida de uma pessoa, pois, através do conhecimento e de estudos, o indivíduo possuirá atributos para se desenvolver socialmente.

O processo de ensino-aprendizagem existe pela relação entre os itens básicos no ambiente educacional, a instituição, o professor, o aluno e o assunto discutido em sala. No ensino, as actividades são voltadas ao professor, referente às suas qualidade e habilidades, porém, quando se fala em aprendizagem está voltado ao aluno, em suas capacidades, oportunidades, possibilidades para que aprenda.

2.1 Aula

Do lat. aula, gr. aulé, palácio, sala onde se recebem lições, classe, lição.

Antigamente, seriam os locais para onde os discípulos eram conduzidos para que recebessem o conhecimento.

Popularmente a palavra ‘’’aula’’’ pode ser usada para referir diversos objectos:

  • O local que contém os meios (livros, mesas, quadro-de-giz, e outros) e pessoas (alunos e professores) necessários à realização da aula;
  • O período estabelecido em que aluno e professor dedicam-se ao processo ensino-aprendizagem na escola;
  • O momento em que dedica-se à aquisição de algum conhecimento, ou simplesmente a execução de alguma tarefa coordenada.

A aula é o horário de estudo de uma turma na escola e/ou instituição académica, em que se pretende um processo de aprendizagem.

Pode ocorrer dentro ou fora de escolas e academias, como em aulas de ginástica, música, culinária, teleaulas (como filmes), aulas particulares, entre outras.

2.1.1 Aula ideal

Aula ideal – é aquela em que há troca de ideias, com textos prévios disponibilizados pelo professor, para debate e o aprofundamento dos argumentos.

Depois do debate, uma prova que não se remeta a conceitos prontos e fechados, mas que dê amplitude para o aluno alcançar voos.

As aulas, como forma de organização do ensino, podem ser vista na forma de série que vai desde as estruturalmente simples até as complexas; nas aulas mais complexas se incluem unidades estruturais mais simples.

De acordo com Libâneo (1990), em qualquer tipo de aula, deve existir a preocupação de verificação das condições prévias, bem como de orientação dos estudantes para a consecução dos objectivos previstos, de consolidação e de avaliação.

2.1.1.1 Importância da aula ideal

Uma aula ideal é aquela que usa métodos que favorece o protagonismo dos estudantes, facilita e estimula a interacção dos estudantes entre si e com o professor.

O professor numa aula ideal assume papel de facilitador da aprendizagem e não de “enciclopédia ambulante” e ao mesmo tempo ajuda os estudantes a usufruir do seu direito de participação (enquanto direito do homem e mulher).

A aula ideal adopta o estilo de educação democrática, pois os alunos interagindo com seus colegas fazem a experiência de negociação de ideias, de renuncia das próprias ideias, para aderir as ideias dos outros quando è necessário, valorizando assim a complementaridade e sentirem-se sujeitos activos e responsáveis do próprio processo de aprendizagem.

2.1.1.2 Qualidades da Aula ideal e Professor Ideial

Conhecimento e respeito pelas regras

Se todos falarem ao mesmo tempo, sem qualquer ordem imposta pelo professor no decorrer da aula, ninguém se entenderá e a aula ficará extremamente confusa.

Os alunos devem saber, desde início, quais as regras da sala de aula, bem como o que é e não é aceitável – nomeadamente o respeito pelo professor e pelos colegas – e saber esperar a sua vez de falar.

Neste contexto, o professor deve ser uma figura de autoridade, não imposta mas reconhecida de forma natural pelos alunos, devido à conduta que adopta nas suas aulas.

Ambiente agradável

O ambiente de uma sala de aula deve ser agradável e todos se devem sentir bem, alunos eprofessores.

Um bom ambiente de sala de aula deve primar pela motivação. Todos devem, então, estar motivados, a começar pelo professor. Um pedagogo que não se entusiasma por aquilo que está a ensinar, também não motivará os seus alunos, os quais, por sua vez, também devem buscar, dentro de si, a motivação que precisam para encarar todas as aulas de forma positiva.

Organização

A aula deve ter uma estrutura definida e uma organização visível.

Desta forma, todos osconteúdos e actividades devem estar encadeados de forma lógica. Paralelamente, a sala deaula deve dispor de materiais eficientes, que tornem a aprendizagem mais dinâmica,permitindo um acesso rápido aos mesmos.

Inovação na abordagem dos conteúdos

O professor deverá ser inovador na abordagem das mais variadas matérias, de modo a cativar os seus alunos para o estudo na sala de aula.

Há, decerto, várias estratégias diferentes que podem usar, de modo a que as suas aulas não se tornem monótonas.

2.1.2 Planificação

Planificação – É uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das actividades didácticas em termos da sua organização e coordenação em face dos objectivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino.

Níveis de planificação

  • Central, este nível consiste em prever acções relacionadas com o processo de Ensino-Aprendizagem numa perspectiva Nacional e é da responsabilidade do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano.
  • Provincial, conforme a designação, este nível consiste em programar actividades educacionais a nível da província, tendo em conta as suas características e necessidades específicas. Esta subordina-se à planificação central.
  • Local, para tornar cada vez mais especifica e adequada ao contexto da escola e aos alunos, surge a necessidade de uma planificação local que contempla a previsão das actividades a nível Distrital e Escolar, à luz dos anteriores níveis. O Aluno recebe serviços de educação especial em instituições especializadas.

2.1.2.1 Planificação de uma aula activa

A planificação da aula – é um detalhamento do plano de ensino. A preparação das aulas é uma tarefa indispensável e deve resultar num documento escrito que servirá não só para orientar as acções do professor como também para possibilitar aprimoramentos de ano para ano.

Aspectos a considerar na planificação da aula

O processo de ensino e aprendizagem se compõe de uma sequência lógica articulada de fases:

  • Preparação a apresentação dos objectivos, conteúdos e tarefas;
  • Desenvolvimento da matéria nova;
  • Consolidação;
  • Aplicação;
  • Avaliação.

Isto significa que devemos planear não uma aula, mas um conjunto de aulas.

2.1.2.2 Importância da planificação no PEA

  • Assegura a racionalização, organização e coordenação do trabalho docente, de modo que a previsão das acções docentes possibilite ao professor a realização de um ensino de qualidade e evite a improvisação e a rotina.
  • Facilita a preparação das aulas, através da selecção do material didáctico em tempo;
  • Contribui para a realização dos objectivos visados.
  • Promove a eficiência do ensino.
  • Garante maior segurança na direcção do ensino e também na economia do tempo e energia.

2.1.2.3 Características do plano de ensino

  • Deve haver coerência entre os objectivos gerais, os objectivos específicos, conteúdos, métodos e avaliação.
  • Deve existir coerência entre as ideias e a prática.
  • O plano deve ter flexibilidade.

2.2 Professor

A carreira de um professor engloba uma gama de deveres a serem cumpridos, é necessário então, que o mesmo perceba a importância de se preocupar com a qualidade de sua docência. Para que isso aconteça, o professor deve se auto avaliar em todos os dias de seu trabalho, tendo em vista o controle e o conhecimento sobre sua missão, suas características e sua didáctica.

Missão (Aprimoramento de suas actividades)

Cortez (2003), apoiado em Liberali (1999) nos demonstra estas quatro acções.

Segundo o autor, o momento de descrever, consiste no ato do professor relatar por escrito suas acções em aula, aqui, conseguirá de maneira eficaz fazer uma autocrítica de suas estratégias e objectivos traçados para certo conteúdo.

No que diz respeito a informar, o autor relata que nesta etapa o professor vai em busca de teorias para embasamento e fundamentação da aula planejada. “A maneira como ensino demonstra qual a relação de poder existente na sala de aula” .

confrontar consiste em uma análise sobre postura e atitudes nos momentos do ato de ensinar, assim, o professor poderá chegar à conclusão se está de maneira correta, proporcionando ou não, o conhecimento e crescimento de seu aluno.

De acordo com Cortez (2003), a acção de reconstruir, é a consciência de que o professor nunca está totalmente preparado em todos os aspectos que engloba sua missão, é reconhecer que uma evolução de suas qualificações é de extrema relevância para a sua profissão.

 2.2.1 Conceitos do Professor Ideal

Professor ideal é aquele que, além de professor, também é um amigo dentro da sala de aula. Um professor que aconselha e que tenta passar o conteúdo da melhor forma possível.

É aquele que tem a maior paciência do mundo e entenderia quando o aluno não compreende um conteúdo difícil. Um professor que faça uma avaliação e que procure a opinião dos alunos sobre as aulas.

É aquele que passa o conteúdo de forma objectiva e que usa a interacção com os alunos, ele que não cria barreiras, que permite a aproximação para que haja diálogo.

O professor ideal é aquele que tem compromisso com os alunos, que passa o conteúdo com amor. Que traga conhecimento além do conteúdo programado. Não aquele que chega na aula e despeje a matéria. Que seja flexível e traga conhecimento para a vida da gente.

 2.2.2 Características do Professor Ideal

Conhecimento e domínio de conteúdo – Ter conhecimento da teoria do assunto que está leccionando; Ter conhecimento da prática do assunto que está leccionando; Saber fazer a ligação entre a teoria e a prática; Ter domínio do conteúdo que está ensinando

Clareza nas explicações, didácticas e preparo de conteúdo – Capacidade de explicar (didáctico); Ser claro nas explicações; Vir preparado para todas as aulas (conteúdo pré-definido); Capacidade de despertar o interesse dos alunos pelo conteúdo.

Relacionamento entre os académicos e os docentes e a tecnologia em meio ao ensino superior – Ter entusiasmo para transmitir o conteúdo;Ser dinâmico nas aulas; Ser atencioso com os alunos; Ser acessível aos alunos; Ser amigável com os alunos; Ser respeitoso com os alunos; Ser compreensivo com os alunos; Ser simpático com os alunos; Ser dedicado a profissão;

Ser exigente; Ser paciente; Ser prestativo; Ser desafiador; Preparar bem o material utilizado nas aulas; Ser organizado; Dar Feedback (resposta) das notas rapidamente; Utilizar recursos como vídeos ou músicas em sala de aula; Utilizar o conteúdo da internet (indicar sites, blogs, etc.); Utilizar correio electrónico para se comunicar com os alunos; Permitir os alunos utilizar computadores na sala de aula (Notebook); Utilizar softwarespara dinâmicas (planilhas electrónicas, softwares contábeis).

Atributos pessoais dos docentes – Ter beleza física;Ser asseado (bem vestido, cabelo penteado, sempre arrumado); Ter tom de voz agradável; Ter letra legível ao escrever no quadro e nas correcções por ele feitas.

2.2.3 Desafio para um bom professor

Numa das suas obras, Edgar Morin (1999) define sete saberes necessários para o futuro, ou seja, sete desafios para a Educação do futuro, afirmando que estes se deveriam “tratar em qualquer sociedade e em qualquer cultura, sem excepção nem rejeição, segundo os costumes e as regras próprias de cada sociedade e de cada cultura.”

Esses saberes são (MORIN, 1999, pp. 16-21):

  1. “As cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão, dar aos alunos, uma nova visão sobre o conhecimento, mostrando que é um produto de construção psíquica e social;
  2. “Os princípios de um conhecimento pertinente”, abordando a necessidade de um saber interdisciplinar; ´
  3. “Ensinar a condição humana”, valorizando a diversidade de expressões humanas salientando a unidade que persiste na condição humana apesar das suas diferenças;
  4. “Ensinar a identidade terrena”, ensinar a História da Humanidade e a sua identidade;
  5. “Afrontar as incertezas”, abandonando concepções deterministas do saber, promovendo a reflexão sobre diversas possibilidades;
  6. “Ensinar a compreensão”, considerada como meio e o fim da condição humana e da Educação; por fim, “
  7. Ética do género humano”, formar pessoas para que conheçam a sua sociedade local e nacional, mas também o mundo em geral e a importância do exercício da plena cidadania.

2.2.3.1 Desafios intrínsecos

Os desafios intrínsecos são destaques:

  • Indisciplina e falta de interesse (motivação) dos alunos, reflexo de contextos social e familiar onde vivem, causas emocionais, falta de perspectivas sobre a escola etc.;
  • A falta de apoio familiar, ligada às diferentes formas e contextos das famílias, a falta de tempo por conta do trabalho e outros factores;
  • A actualização de práticas pedagógicas, limitada devido à falta de uma política de formação continuada ou de oportunidades de formações de qualidade;
  • O domínio e a utilização de tecnologias pelos/as docentes, que pode ocorrer por falta de oportunidades e recursos para aprender ou até mesmo a resistência por parte deles/as em aprender e utilizar novas tecnologias.

2.2.3.2 Outros desafios não intrínsecos

Não são só os desafios intrínsecos à sala de aula que atingem os docentes, há os desafios ligados às condições de trabalho, à desvalorização social e salarial, à carga horária de trabalho e a outros, que se relacionam com causas extrínsecas a sala de aula.

  • A desvalorização da educação e, consequentemente, do profissional da educação e de sua remuneração;
  • As condições de trabalho, muitas vezes precárias, tanto em relação a infra-estruturas quanto ao material pedagógico, exigindo do/a professor/a acções que “superem” tais situações;
  • A carga mental do trabalho docente, podendo ser ocasionada por carga horária de trabalho excessiva, que, dentre outros aspectos, gera o mal-estar docente.

2.3 Método centrado

Método o significado etimológico da palavra método é o caminho a seguir para alcançar um fim. Para o nosso objectivo podemos conceituar método como sendo um roteiro geral para actividade. Portanto método é um caminho que leva até certo ponto, sem ser o veículo de chegada, que é a técnica.

2.3.1 Tipos de método centrado

Método Centrado no Professor

O método tradicional é adoptado por professores universitários, porém, possui uma aprendizagem passiva e os alunos não são envolvidos. Para Fisher, 2011, o formato tradicional é ineficaz no processo de aprendizagem.

O método tradicional é um método verbal de exposição e explicação de conteúdos que exige do professor um conhecimento generalizado dos conteúdos e apenas exige dos alunos a capacidade para registar esses conteúdos, não facilitando o desenvolvimento do pensamento. Não se respeitam os ritmos de aprendizagem individual e a evolução dessa aprendizagem é avaliada periodicamente com recurso a testes.

Método Centrado no Aluno

O Aprendizado Centrado no Aluno foi criado para desenvolver mais participação do aluno na sala de aula, aprendizagem activa é qualquer método instrucional em que os alunos façam algo com o conhecimento que estão tentando adquirir.

De acordo com Mizukami (2013), diferente do método centrado no professor, o ACA facilita o processo de aprendizagem, onde os alunos ganham além do conhecimento teórico, o conhecimento intelectual e emocional, conseguindo resolver situações problemas diferentes do contexto da sala de aula. Para Mizukami, “Autodescoberta e autodeterminação são características desse processo”. Onde o professor não apenas ensina novos conteúdos, mas também gera situações para os alunos buscarem o aprendizado.

2.4 Aprendizagem Cooperativa

2.4.1 Breve história sobre a Aprendizagem Cooperativa

A aprendizagem cooperativa, não sendo um conceito novo em educação, só a partir da década de setenta do século vinte se constituiu como um método alternativo ao processo de ensino-aprendizagem tradicional

Embora as raízes históricas da aprendizagem cooperativa remontem à Grécia Antiga, só a partir do final do século XIX e início do século

XX se tornou verdadeiramente uma metodologia de ensino graças aos trabalhos desenvolvidos por psicólogos e estudiosos da pedagogia da época.

2.4.2 Conceitos de Aprendizagem cooperativa

A aprendizagem cooperativa é definida como um conjunto de técnicas de ensino em que os alunos trabalham em pequenos grupos e se ajudam mutuamente, discutindo a resolução de problemas facilitando a compreensão do conteúdo.

Definir e clarificar o conceito de aprendizagem cooperativa remete-nos para umapluralidade de definições e abordagens de vários autores que se dedicam à investigação nestaárea.

Assim, Jonhson, Jonhson e Holubeuc (1993, p. 24) definem aprendizagem cooperativacomo “um método de ensino que consiste na utilização de pequenos grupos de tal modo queos alunos trabalhem em conjunto para maximizarem a sua própria aprendizagem e a doscolegas”.

2.4.3 Vantagens da aprendizagem cooperativa

  • Estimula e desenvolve habilidades sociais;
  • Cria um sistema de apoio social mais forte;
  • Encoraja a responsabilidade pelo outro;
  • Encoraja os estudantes a se preocupar uns com os outros;
  • Estimula o pensamento crítico e ajuda os alunos a clarificar as ideias através do diálogo;
  • Desenvolve a competência de comunicação oral;
  • Melhora a recordação dos conteúdos;
  • Cria um ambiente activo e investigativo.

 2.4.4 Importância da aprendizagem cooperativa

A aprendizagem cooperativa permite desenvolver no grupo um espírito de entreajuda, de modo a que os objectivos de um elemento só sejam concretizados quando os restantes elementos também alcançarem os seus.

Uma aprendizagem cooperativa, para além de possibilitar o desenvolvimento de competências sociais, contribui, positivamente, para o desenvolvimento cognitivo e para a responsabilidade individual, na medida em que, através deste envolvimento, é possível debater ideias, esclarecer dúvidas, tomar decisões e resolver problemas acerca dos vários conteúdos escolares.

3.0 Constatações

A aula ideal, como momento planejado e organizado do ensino traz consigo características que requerem do professor a necessidade de sistematização de seu trabalho junto aos alunos, pois e preciso definir os objectivos que se pretende atingir, pensar sobre os problemas e desafios que devem ser superados no momento da aula, as características dos grupos de alunos a que essa aula se destina, os conhecimentos que serão desenvolvidos, os recurso didáctico a serem seleccionado, enfim trata se de um processo amplo, que terá sua concretização no encontro com os educandos.

No processo de ensino-aprendizagem, o professor ideal deve possuir domínio do conteúdo, ou seja, tenha conhecimento e experiência, uma boa didáctica, capacidade de despertar o interesse.

Professor ideal e Aquele queUm professor que faça uma avaliação e que procure a opinião dos alunos sobre as aulas

Bibliografia

CORTEZ, Cleide Diniz Coelho. Estudar…Aprender….Ensinar…Mudar…Transformar-se: Um processo contínuo.In: BARBARA, Leila; RAMOS, Rosinda de Castro Guerra. Reflexão e ações no ensino-aprendizagem de línguas. Campinas: Mercado de letras, 2003. p. 221-234.

Freitas, L., & Freitas, C. (2003). Aprendizagem cooperativa. Porto: Edições Asa.

GUISSO, L. Desafios no processo de escolarização: sentidos atribuídos por professores doa anos iniciais do ensino fundamental. 2017. 172 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC, 2017.

Johnson, D., Johnson, R., &Holubec, E. (1993). Cooperationintheclassroom. Edina, MN:

InteractionBookCompany.

LIBERALLI, Fernanda Coelho. O diário como ferramenta para a reflexão crítica: tese de doutorado em linguística aplicada ao ensino de línguas. São Paulo: PUC, 1999.

Libâneo, J. C. (1990). Didática. São Paulo. Brasil. Cortez Editora.

Lopes, J., & Silva, H. (2008). Métodos de aprendizagem cooperativa para o jardim-de-

Infância. Porto: Areal Editores.

MORIN, Edgar (1999). Ossete saberes para a Educação do futuro.Lisboa, Instituto Piaget.

MIZUKAMI ENSINO: As abordagens do processo.http://portal.mec.gov.br/docman/julho-2013-pdf/13677-diretrizes-educacao-basica-2013-pdf/file

SILVA, D. M. (2006). O Impacto dos estilos de aprendizagem no ensino de contabilidade na FEA-RP/USP. Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil. Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/96/96133/tde-24012007-152550/publico/DeniseMendesdaSilva.pdf

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