Quarta-feira, Fevereiro 1, 2023
Psicologia

Evolução do comportamento humano:Características comportamentais e Técnicas comportamentais

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Introdução

No presente trabalho pretendemos abordar a evolução do comportamento humano. Porém a Psicologia é o ramo da ciência responsável por estudar e analisar o comportamento humano: suas emoções, valores, atitudes e ideais. Ela tem o objetivo de desenvolver estratégias que propiciem o desenvolvimento pessoal ou social do indivíduo, permitindo que o mesmo possa se autoconhecer e interagir com o ambiente ou com os demais membros da sociedade de forma sadia. É comum a maioria das pessoas confundirem a função do psicólogo com a do psiquiatra, por isso precisamos entender bem a diferença entre dois profissionais.

O estudo do comportamento humano tem sido feito há séculos, mas com o advento da Teoria da Evolução, uma nova perspectiva se abriu para a compreensão da natureza humana. O objetivo deste ensaio é apresentar uma abordagem evolucionista. A psicologia evolucionista (PE) é uma área emergente da ciência da mente e do comportamento. Destacamos aspectos interessantes do surgimento da PE, além de apresentar seus principais conceitos no que diz respeito, por exemplo, a mecanismos psicológicos evoluídos, ambiente de adaptação evolutiva e modularidade. A fim de clarear alguns mal-entendidos, discutimos o que a PE não é. Seguimos apresentando a integração da PE com outras disciplinas e as possíveis aplicações da PE.

Evolução do comportamento humano
Comportamento humano é a expressão da ação manifestada pelo resultado da interação de diversos fatores internos e externos que vivemos, tais como: personalidade, cultura, expectativas, papéis sociais e experiências. É a ação do ser humano ao se relacionar ao mundo. Dependendo do comportamento do ser humano, sua origem pode remontar de dentro da própria casa, como brigas dos pais e familiares, o que pode afetar o comportamento de um indivíduo. Por isso, mudamos tanto com as pessoas que podem estar ao nosso redor.

A Psicologia Evolucionista (que muitos confundem com psicologia evolutiva, ou seja, psicologia do desenvolvimento) é uma área que mais cresce no mundo. Infelizmente muito das críticas negativas a ela está embasada em entendimentos errôneos, preconceitos e noções simplistas equivocadas sobre como o fator biológico se manifesta no comportamento humano e quais são suas implicações sociais. Sugiro às pessoas que antes de despejarem seus “ismos” indignados: biologismo, determinismo, sexismo, naturalismo, reducionismo, fatalismo, conformismo entre outros, leiam o texto sobre se nós somos realmente dominados por nossos genes ou apenas por mal-entendidos. E descubram quantas noções preconceituosas sobre a natureza humana temos enraizadas.

Comportamento humano
Nunca se falou tanto em comportamento humano como nos dias de hoje. Desde a infância até a fase adulta, o ser humano passa por uma série de mudanças psicológicas importantes, que vão revelando o seu perfil de identidade como: Caráter, Personalidade, Ações e Reações dentro de um ciclo gradativo de interações, sejam elas morais, espirituais e sociais. Pelo fato de o homem ser, um ser social, ele acaba se identificado com outras pessoas, visando quase sempre ser aceito, independente dos seus traumas, anseios, dúvidas e inclinações nocivas que estão depositados no instinto mais profundo da sua mente, ele acaba se apresentando sob alguns aspectos camuflados e inconscientes para sintonizar no seu mundo significativo, que o levará a uma comunidade justa e compassiva que corresponda e responda as suas inquietações.

A possibilidade de uma inclusão o leva a tomar decisões e fazer mudanças ainda que isso não seja de fato o que realmente queira. A manipulação e desdobramento por projeções acabam funcionando e lhe dando certa “garantia” de sucesso relacional. Quando as famílias eram patriarcais os conceitos e normas se tonavam regras irrestritas pela obediência dos que eram resultados dos seus progenitores, mas hoje as famílias nucleares expõe uma liberdade de escolha duvidosa, porém sem nortear os conceitos e normas, fazendo com que os indivíduos desta geração aprendam por si mesmos os próprios passos. A direção que a sociedade ensina aos filhos de uma sociedade “fechada” é exatamente um “mundo vazio”, onde cada um possa tentar ser alguém importante, ainda que por meio de uma “imposição psicológica”. E os frutos colhidos são indivíduos sem identidade moral. E quando começa a cobrança de responsabilidade e resultados e produtividades, alguns desistem pelo fato de nunca terem sido conduzidos de maneira correta.

Características comportamentais
A avaliação comportamental praticada pelos psicólogos do comportamento, possui quatro características fundamentais. A primeira baseia-se nos acontecimentos observáveis, isto é, para o terapeuta interessa saber especificamente o que o paciente faz, como e quando o faz. O comportamento deve ser identificado, observado e definido e finalmente analisado quanto à forma, frequência e intensidade. Uma segunda característica da avaliação comportamental consiste em encarar o comportamento como uma amostra. Ele é uma amostra que pode ser representativa do funcionamento global do indivíduo. A terceira característica baseia-se nas relações funcionais, ou seja, para o terapeuta o comportamento dos indivíduos varia em função dos estímulos externos que o rodeiam e, deste modo, tem-se que recolher informação acerca das relações entre o meio ambiente e o comportamento.

Por último, temos a ligação entre a avaliação e o tratamento, ou seja, após o terapeuta obter a informação da avaliação comportamental, mencionada nas características atrás citadas, está-se em condições de elaborar a estratégia terapêutica adequada ao indivíduo e acompanhar devidamente os efeitos do tratamento. Habitualmente, para a seleção do tratamento, segue-se um modelo, no qual são avaliadas três tipos de variáveis: as do indivíduo (por exemplo, a motivação); as do meio (por exemplo, a existência de apoio social); e as variáveis do próprio terapeuta (sua experiência, competência e valores).

Técnicas comportamentais
As técnicas comportamentais mais conhecidas são as técnicas de exposição, que consistem em colocar o doente num contacto prolongado com as situações ou objetos que lhe provocam mal estar e desconforto, criando-se uma hierarquia mental das referidas situações ou objetos durante um completo e profundo relaxamento físico, provocado pelo terapeuta. Por exemplo, duas destas técnicas são: a dessensibilização sistemática que submete os doentes a um relaxamento físico até que possam identificar a situação ou objeto que lhes provoca os sintomas ansiosos, à qual serão expostos de uma forma repetida. É muito utilizada em perturbações sexuais ou distúrbios que ocasionam medos, fobias ou descontrolo da ansiedade; e a técnica de emersão ou “flooding” que, em fantasia, os doentes imaginam a situação ou objeto temido, durante um largo período de tempo (uma hora ou mais) até que eles se sintam bem melhor em relação a tais situações ou objetos.

História das ideias científicas
Basicamente duas são as maneiras de compreender o comportamento social e individual humano. A primeira é dualista, isto é, corpo e mente são coisas separadas, com origens e lógicas diferentes. O corpo é formado por processos naturais; a mente é formada por processos mágicos. Pressupõe que a mente humana é uma tabula rasa, uma folha me branco, que será preenchida pelo aprendizado que a educação na vida em cultura fornece.

Esta forma de compreender o ser humano está ainda hoje na moda, atendendo pelo nome de hermenêutica, que sustenta que as atitudes humanas somente podem ser interpretadas. Jamais as atitudes humanas podem ser explicadas por relações causais. Muito menos podem ser feitas e testadas hipóteses, tendo em conta que o ser humano vive suspenso numa teia de significado, que não segue outra lógica que não a arbitrariedade dos signos. Por serem arbitrários, não podem ser previsíveis.

Charles Darwin empurrou o pensamento científico numa direção oposta.
Duas foram as suas postulações no livro A Expressão da Emoção nos Homens e nos Animais: 1) os seres humanos foram dotados com expressões emocionais (sorriso, p.ex.) pelo processo evolutivo; 2) face à universalidade das maneiras pelas quais as emoções se exprimem, Darwin assumiu – de maneira radical para um homem de sua época – que todas as raças humanas haviam divergido, muito recentemente, de um ancestral comum.

Willian James, psicólogo e amigo de Darwin, deduziu, então, que o comportamento humano não é possível, sem que existam rudimentos de um conhecimento inato. Era o início de um movimento que ficou conhecido como darwinismo social, a primeira tentativa sistemática de aplicação direta da idéia de seleção natural, agindo sobre as atitudes e motivações humanas. Esta escola foi liderada por Herbert Spencer. Esse último sustentou que as diferenças entre os indivíduos, no nível da vida social, eram baseadas em desigualdades biológicas. Chegou a alcançar grande prestigio. No final do século XIX, início do século X, foi representado por eminentes figuras como Sílvio Romero e Tobias Barreto, por exemplo.

Por razões religiosas e políticas, biologia e comportamento se afastaram. O darwinismo em geral contraria a própria razão de ser das religiões, porque tira o homem da espiritualidade que as fundamenta, colocando-o como descendente de macacos. Politicamente, os biólogos do comportamento são acusados de uma associação com a direita, em razão da simpatia dos barões da industria americana pelo darwinismo social e também dos movimentos eugênicos da primeira metade do século X, que pretensamente utilizaram conhecimentos advindos da genética, para escolher os que seriam esterilizados. Esse é um raciocínio tão válido como culpar Santos Dumont pelos bombardeios aéreos ou de culpar o casal Curie pelas vítimas de Hiroshima e Nagasaki. No fundo, mais até que os problemas políticos, o movimento foi a pique por causa de fragilidades do próprio trabalho de Darwin.

A Teoria da Evolução está baseada na idéia de seleção natural. Dentro de uma espécie, os indivíduos não são geneticamente idênticos. Portanto, a sobrevivência e a reprodução dependem, em grande parte, das características herdadas. Isto quer dizer que sobrevivência e reprodução não ocorrem aleatoriamente. As características de um indivíduo poderão ser vantajosas ou não. Se forem, esse indivíduo deixará mais descendentes do que aqueles que não as têm e terá um diferencial de reprodução. Um traço somente se firma na espécie, se apresentar uma vantagem para o seu detentor, não havendo espaço para caprichos na natureza. Para ir bem na batalha pela sobrevivência, nada de traços inúteis. Por outro lado, a competição gerada pela diferença de sucesso reprodutivo faz com que os indivíduos invistam seus dotes neles mesmos e não em quaisquer outros, num processo chamado de luta pela sobrevivência. Cada indivíduo age de forma a maximizar o seu sucesso ecológico.

Essas afirmações, embora corretas a maior parte do tempo, levantam alguns problemas, já percebidos como fraquezas pelo próprio pai da Teoria da Evolução. Esses problemas podem ser simbolizados pelas metáforas do pavão e da formiga. Darwin dizia sentir fortes calafrios, quando via as penas da cauda do pavão. Não é para menos! A exuberância delas aparentemente contrariava o postulado da modéstia, que cerca a idéia de seleção natural, incapaz de explicar esse e outros tantos exageros da natureza: os enormes chifres dos alces ou mesmo cantos e rituais altamente refinados de alguns pássaros.

Darwin propôs que ao lado da seleção natural, havia outra força que chamou de seleção sexual. Tais indivíduos exibiam traços exagerados apenas porque as fêmeas os preferiam assim ou porque eles tinham melhores armas para competir com outros indivíduos da mesma espécie, por maiores oportunidades de acasalamento. Em outras palavras, era a escolha da fêmea, o motor por trás da seleção sexual.

A despeito do acerto dessa teoria, os contemporâneos de Darwin não conseguiram compreende-la, centrados que estavam na idéia restrita de seleção natural, que conseguia explicar dentes e chifres, mas não sons ou caudas elaboradas, ficando essa teoria quase que esquecida por praticamente um século. Outra dor de cabeça para Darwin eram as formigas. A observação do comportamento desses insetos, em particular das formigas operárias, mostra que elas abdicam do potencial reprodutivo em favor da reprodução da rainha, de quem são irmãs. Isto de fato é um problema para uma teoria baseada no extremo egoísmo dos indivíduos, pois o altruísmo não se explica pela ótica da seleção natural. Altruísta, em sentido biológico, é todo ato que piora as chances reprodutivas do agente, ao mesmo tempo em que melhora as chances de sucesso reprodutivo de quem recebe.

A cooperação entre os humanos não poderia ter sido selecionada, posto que não é capaz de trazer qualquer vantagem para o indivíduo que a adota; antes pelo contrário, caso seguida a lógica estritamente darwinista de seleção natural, o indivíduo seria selecionado para desaparecer, ou parafraseando Stanislaw Pontepreta, esse indivíduo despontaria para o anonimato. No início do século X, já estavam lançadas as bases para um tipo de acordo entre a biologia e as ciências sociais. Os biólogos evolutivos ficariam fora do comportamento social humano. Naquele tempo, enquanto Morgan estava iniciando a sala das moscas, a evolução, como teoria compreensiva, ainda não havia se firmado, com problemas sérios para explicar convenientemente a hereditariedade. A explicação da transmissão das características entre as gerações, proposta por Darwin (as gêmulas espalhadas pelo corpo), era tão ruim que a sua rejeição lançou sombras sobre toda a teoria.

Por outro lado, os cientistas sociais estavam mais interessados em se colocar a serviço de ideologias políticas, do que em compreender cientificamente o comportamento humano. Esse adesismo impunha a eles o dever de que deveriam, ao invés de aceitar o homem como ele é, basear suas especulações num ser humano idealizado e que pudesse absorver as pretensões de mudança de comportamento que os novos tempos bafejavam. O homem solidário, o companheiro, indispensável para a implementação de um programa político de esquerda ou até anarquista; ou mesmo o homem caridoso e com bom coração, um filho de Deus, como queria o pensamento religioso, deveria ser idealizado como um “bom selvagem”, que nasce livre e puro. Esse homem ainda deveria ser permeável a qualquer forma nova, revolucionária, de relacionamento econômico-social e organização política. A racionalidade humana faria com que logo os homens percebessem as vantagens de uma sociedade igualitária, justa e solidária que as tais ideologias pregavam.

Mais do que isso, a idéia de que o homem nascia livre e bom e que a vida em sociedade o corrompia era perfeita em termos de marketing político, porque garantia que os erros políticos, que deformavam o homem, ficassem com a gestão anterior. Com isso, os homens cheios de defeitos ficavam isentos de qualquer culpa A culpa era do sistema político. .Por volta da década de 1930, a sorte da Teoria da Evolução estava para mudar. Graças aos avanços ocorridos na genética, foi possível conciliar a evolução com as regras mendelianas de transmissão hereditária, criando-se a disciplina da Genética de Populações. A mutação foi devidamente compreendida e estava também de acordo com os postulados darwinianos, que indicavam papel mais importante para a recombinação, fruto da reprodução sexuada, como forma de criar e consolidar traços novos. Essa conciliação ficou conhecida como Síntese ou Segunda Revolução Darwiniana e inegavelmente abriu a possibilidade para que estudos avançassem em direção à Etologia.

Aplicação da psicologia evolucionista
A PE tem interagido com várias disciplinas, abrindoas portas para inúmeras possibilidades de compreen-são do comportamento humano e sua origem e, assim,promovendo a emergência de outras tantas discipli-nas híbridas, por exemplo, Antropologia Evolucionista,Sociologia Evolucionista, Ciência Política Evolucionista, Economia Evolucionista, Evolução e Marketing, Com-portamento Organizacional Evolucionista (Buss, 2005).A disseminação do pensamento darwinista em tantos aspectos da vida moderna leva Rose (1999) a afirmar que ele é assombrado pelo espectro de Darwin. Acreditamos que esse espectro é, na realidade, benéfico, e discutiremos três áreas em que essa inluência é notável: Administração, Medicina e Direito.

Administração evolucionista
Qualquer organização é composta por um conjuntode indivíduos que trabalham para um objetivo amplo.Ainda assim, algumas decisões dentro dessas organi-zações são afetadas pelas subjetividades dos indivídu-os que as compõem. Para compreender melhor a dinâ-mica das relações entre os indivíduos em ambientesde trabalho, como as organizações, podemos nos fazervaler de trabalhos brilhantes da PE.

A tomada de decisão, por exemplo, que caracteriza um dos comportamentos mais básicos dosseres vivos, é um processo que resulta na resolução deum problema. Durante o processo de tomada de deci-são, apresentamos alguns comportamentos passíveis de análise sob a visão evolucionista, como a avaliação da situação, estimativas e deduções, assim como podemos avaliar a inluência dos componentes sociais sob o comportamento expresso ao inal de cada proces-so decisório (Hastie, 2001). A lógica das tomadas dedecisão do indivíduo, por não ser sempre intencional e/ou consciente, pode conlitar com a lógica exigida pelo mercado de trabalho, mas com a compreensão desse processo, soluções inovadoras podem emergir.

A evolução dos estudos sobre o comportamento nas organizações
Até chegarmos à estruturação dos estudos e conceitos atuais, o comportamento humano no trabalho passou por uma série de análises diferentes. Atualmente podemos considerar este estado perto da maturação, pois ainda há aspectos sobre o comportamento dos colaboradores a serem descobertos e provavelmente sempre haverá. O importante é que hoje em dia nós possuímos teorias suficientes para uma boa relação organizacional interna. Primeiramente as pesquisas eram voltadas ao aumento da eficiência do trabalho operário, através de métodos científicos. A partir daí, se criou o conceito de Relações Humanas nas organizações. Esta abordagem usava a figura do gerente para aplicar os conceitos primordiais do comportamento organizacional atrelados a um bem estar satisfatório de todos os empregados. Após essas análises, chegamos a Teoria do Sistema. Esta teoria defende um sistema aberto, que possui vários subsistemas que são interligados, e por ser mais aberto corre o risco de qualquer influência externa mudar o resultado do trabalho designado.

Atualmente nós temos uma junção dessas teorias, pois todas elas contêm dados importantes que juntos formam um estudo completo do comportamento das pessoas nas organizações. Esta junção proporciona o uso de soluções mais apropriadas para as empresas e deste modo, um ambiente mais propício ao melhor desempenho das funções dos colaboradores, como também a harmonia de suas relações.

Conclusão

Em suma, Comportamento humano é o estudo do comportamento do ser humano, e tem como objetivo ajudar a entender as ações realizadas pelas pessoas em determinadas situações, bem como os motivos que condicionam tais ações, e todas as possíveis alterações que o meio e as relações sociais, ao longo da vida, proporcionam a cada indivíduo.

O comportamento pode ser descrito basicamente como o que o indivíduo faz com relação ao meio em que vive e com relação aos demais indivíduos. O comportamento por sua vez é tudo aquilo que faz um ser humano perante o seu meio envolvente. Cada interacção de uma pessoa com o seu ambiente implica um comportamento. Quando esse comportamento apresenta padrões estáveis, pode-se falar de conduta.

Referências bibliográfica

http://www2.pucpr.br/reol/index.php/BS?dd1=7323&dd99=view

https://pt.wikipedia.org/wiki/Comportamento_humano

Lordelo, E. R. (2010). A Psicologia evolucionista e o conceito de cultura

http://www.faculdademarthafalcao.edu.br/acontece/psicologia-a-ciencia-do-comportamento-humano/

http://www.portaleducacao.com.br/psicologia/artigos/29920/comportamento-humano

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